quarta-feira, 7 de outubro de 2009

A importância do Livro!

«O mundo, aos nossos olhos, parece pequeno e alcançável, no entanto, através dos livros e das palavras, acedemos a todas as Maravilhas do Planeta.»
João Guilherme

«Os livros levam-nos a viajar pela Europa e oferecem-nos imensa informação sobre os diferentes países.»
Ana Catarina

«Através dos livros, o mundo real transforma-se em Sonho e conhecemos locais onde nunca poderemos ir!»
Henrique Conceição

«Os livros são objectos mágicos que nos ensinam cada vez mais e nos tornam sábios...»
Diogo Ribeiro

«O Sonho é o Mundo que a leitura nos oferece!»
José Pinheiro, 5º D

«A imaginação realiza-se em redor do mundo ao ler um livro…»
Mariana 5º D

«Ao ler um livro a imaginação torna-se infinita!»
Afonso Albuquerque, 5º D

«A leitura oferece um mundo diferente e ilimitado, onde o leitor se transforma...»
Afonso Faria, 5º D

«Um bom leitor acredita no que lê!»
Miguel Ângelo, 5º D

«O Paraíso atinge-se na leitura, pois recriamos a realidade.»
5ºD

«O livro é um amigo que nos contagia com os seus sentimentos.»
5ºD

«O Futuro é um Sonho por descobrir nas páginas de um livro…»
5ºB

Ao ler entro num mundo só meu e ilumino a história com a minha vontade.
5º D

«O mundo é imenso e tem milhões de palavras com as quais damos a volta ao planeta!»
Francisco Silva, 5º B

«Qualquer pessoa pode voar ao contrário quando lê um livro, porque o livro é um pequeno mundo de fantasia.»
Hugo Sousa, 5º B

«Dar a volta ao mundo sobre um livro de viagens torna-se possível lendo!»
5º B

«As palavras são gotas de nuvens que se transformam em pura magia!»
Matilde, 5º B

«Podemos imaginar o mundo de várias formas, mas através da leitura conhecemo-lo realmente!»
Miguel Eduardo, 5º B

«O mundo é feito de leituras cada vez melhores.»
Miguel, 5º B

«Um livro é uma pena que nos leva a todo o lado, usando apenas o cérebro e os olhos da imaginação!»
5ºB

«As pessoas deveriam olhar o mundo não pelo que ele é, mas pelo que poderá ser.»
Rodrigo, 5º B


«Quando estamos nas nuvens, a luz da leitura acende-se e criamos universos difíceis de apagar.»
Carolina Barbosa. 5º B

«As imagens fantásticas só se geram na tua cabeça ao praticar a leitura!»
Rita, 5º B

«O livro é uma viagem de coração aberto!»
Francisco Caetano, 5ºB

A Liberdade...

«A liberdade é respeito e amor... Correr, saltar, subir até às nuvens e aprender conhecimentos novos e maravilhosos!»
5ºC

«A Liberdade é podermos ser nós próprios!»
Filipa, 5ºC

«Liberdade é poder estar bem.
Poder estar alegre, contente, satisfeito, agradecido.
Andar no meu barco de cara ao vento é liberdade, poder estar com os meus pais!
Ouvir música, tocar guitarra, ter uma família é liberdade!»
Alexandre, 5ºD

«A liberdade é um meio de descobrir novas ideias através de cada uma das pessoas.»
Bruna, 5ºC

«Liberdade é poder andar de bicicleta e sentir a aragem na cara, mas sem caminhar no passeio, sem caminhar no meio da rua e sem andar muito depressa para não magoar ninguém.»
Francisca, 5ºD

«A liberdade é o espaço que a felicidade precisa.»
Rafael, 5ºC

«A Liberdade é como um Paraíso Encantado, repleto de flores e pássaros a rodopiar!»
Diana 5ºC

Bem - Vindos!

O início de um novo ano lectivo surge sempre associado a um sentimento de esperança...

Por esse motivo,após um período de ausência, regressamos agora com mais colaboradores e um espírito renovado!

Permaneçam connosco neste cantinho de palavras!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

palavras soltas sobre os livros

«A meu ver, o livro é aventura, cultura, e aprendizagem. Com ele, aprendo novo vocabulário, novas formas de conhecer o que ocorre noutros locais e de libertar a minha imaginação. Cada livro que leio é sentido com gosto, pois leva-me a um mundo diferente, onde tudo é possível e sou capaz de ver os meus desejos serem realizados.»

Ana Isabel,5º C

«Os livros, para mim, são uma fonte de cultura e por isso possuem magia. Normalmente, enquanto leio, salta da minha boca um grito, um sorriso e às vezes desliza-me uma lágrima pelo rosto . »
Beatriz Sá, 5º C


« Os livros são um entretenimento, uma vez que me abstraio de tudo o que está à minha volta. Se for um livro de aventura, fico muito entusiasmada e quando algo sucede a uma personagem fico com um nó na barriga, não querendo acabar de ler.
Nos livros de fantasia sonho, entro naquele mundo fantástico, imaginando-me, às vezes, como uma personagem.
Em todos os livros imagino os cenários e as personagens da história.
Os livros dão-me ideias e novas palavras para fazer composições.»

Teresa Viterbo, 5º C

Pai Natal Futurista

Respondendo ao desafio de imaginar um pai natal mais adaptado à modernidade dos tempos, surgiu esta descrição tão realista:

«O Pai Natal do futuro (que vem substituir o actual, já muito idoso e completamente ultrapassado) rodeia-se de ajudantes eficientes e informaticamente alfabetizados e, para ser definitivamente mais moderno, utiliza robots para realizarem as tarefas mais monótonas, a começar pela recolha das milhares de listas de presentes das crianças em todo o mundo. Gere com sucesso uma fábrica de brinquedos, com diversas filiais espalhadas por todo o Pólo Norte, empreendimento que foi revisto por diversos especialistas em gestão e marketing, com o objectivo de atrair um público citadino e mais apressado, oferecendo-lhe a possibilidade inovadora de seleccionar rapidamente presentes para os seus filhos, dirigindo-se às secções relativas ao tipo de brinquedo que pretendem; ou mesmo visitando a loja on-line. Comprou um OVNI (Objecto Voador Não Identificado), a que deu o nome de Rudolfo XXI, e distribui todos os presentes num espaço de segundos, o tempo máximo para conseguir percorrer todas as casas do mundo.
Mas um Pai Natal, como outra pessoa qualquer, precisa de férias! De modo que decidiu manter as fábricas a trabalhar durante todo o Verão, oferecendo um bónus aos seus ajudantes, e ir viajar pelo planeta, aproveitando para ficar a par das últimas novidades em matéria de brinquedos. Todos os anos opta por um destino diferente: aluga um avião privado, contrata um piloto experiente e “ Aqui vamos nós! ” – diz ele, dando um toque nos seus pequenos óculos rectangulares de intelectual janota.
Nos seus tempos livres, e para se manter em forma, joga ténis no seu court particular ou pratica exercício físico com a “ Wii Fit ”; também gosta de jogos virtuais na Internet e às vezes aproveita a ocasião para responder a dúvidas dos seus ajudantes através do messenger. Ultimamente, inscreveu-se no ginásio e paga a uma personal trainer para o acompanhar todos os fins-de-semana.
Casou com uma estilista polaca que já lhe fez um fato ultramoderno: de poliéster, lã e um outro material sintético não revelado pela criadora. Não provoca comichões, não causa calor nem frio, pois inclui um mecanismo térmico que o mantém à temperatura do corpo. A cor foi também convenientemente actualizada: púrpura, com orlas de pelúcia preta!»
Eva Couto, 6º A

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A Fuga

Partindo de um texto analisado em teste, os alunos criaram em conjunto o seguinte texto que recriava o necessidade de fuga de uma criança judia.
«Numa noite fria de Outono, Emília, a minha irmã mais velha, acordou-me em grande aflição. O nosso avô despertara-a com a notícia de que teríamos que escapar da Bélgica naquela mesma noite. A guerra obrigava todos os judeus a fugir da proximidade alemã, para evitar a perseguição, a tortura e a morte. Escolhemos, apressadamente, alguma roupa e comida e iniciámos a longa caminhada para a liberdade. A meio da travessia, os pés começaram a latejar-me terrivelmente, no entanto, a dor física não conseguia mitigar a dor psicológica. A minha alma estava pesada e vazia com aquela fuga precipitada.
Subitamente, ouvimos passos que quebravam o silêncio da noite. Aterrorizadas, tentámos esconder-nos numa rocha enorme que estava próxima de nós. O latido dos cães alemães rodeava-nos, por isso suspendemos a respiração.
Repentinamente, ouviram-se ferozes trovões que ecoaram por todo o campo, atemorizando as bestas. Aproveitando a tempestade e o afastamento dos alemães, fugimos silenciosamente, arrastando-nos pelo chão. Após um percurso, que nos pareceu interminável, alcançámos o avião e iniciámos a viagem. No momento em que nos afastámos do local, senti um imenso alívio, por me distanciar do perigo, bem como uma intensa melancolia, pois abandonara os meus familiares e a minha pátria.
Logo que o avião aterrou, despertei da confusão experimentada no caminho e observei todos os elementos que me rodeavam.
O meu país de acolhimento parecia-me pacífico e esplendidamente perfeito na sua paisagem luxuriante. Esta visão fez brotar esperança no meu coração e esbocei um leve sorriso.»
Turma 6º B

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Fabulando...

Após o estudo da Fábula, os alunos foram desafiados a criar os seus próprios textos...

Uma Bela Lição

«Num gélido dia de Inverno, estava um pequeno ratinho, cheio de frio, a vaguear pelas ruas de Londres. O pobrezinho andava à procura de um lar quentinho para se abrigar.
Era Natal e todos os habitantes se refugiavam em casa, saboreavam o peru assado e as deliciosas rabanadas.
Depois de tanto andar, encontrou um buraquinho que ia dar a uma casa muito quentinha. Lá, havia um gato muito matreiro. O ratinho entrou, subiu umas escadas e encontrou a cozinha. Ia petiscar as gulodices e, nesse preciso momento, deu de caras com um Gato. Este correu atrás do pequeno animal e conseguiu engenhosamente aproximá-lo do seu caixote de areia.
- Arrrrrrrrghhhh! Consegui apanhar-te! Vou comer-te com gosto! - Ameaçou o felino.
O rato, amedrontado e exausto com o esforço e o susto, conseguiu escapar por entre a pelagem macia do gato, fugiu e escondeu-se! Enquanto o gato procurava por todos os cantos, o rato, matutando bastante, decidiu esconder-se novamente na pelagem fofa e volumosa do gato, para conseguir alcançar algum alimento. O seu plano resultou lindamente, pois o gato nem sentia o seu corpo delgado e leve enroscado nos seus novelos de pêlo.
No final, com um sorriso vitorioso, o ratinho exclamou:
- Senhor gato, quem ri por último, ri melhor!»

Inês Lemos e Ana Isabel, 5º C


O Gato e o Rato

«Certo dia de Primavera, o Gato e o Rato andavam esfomeados. Ao verem uma senhora idosa a passar com um carrinho de mão, com o seu olfacto apurado, os animais sentiram um aroma a queijo maravilhoso. O Rato afirmou:
- Vai lá tu!
- Porquê? - reclamou o Gato.
- Porque és maior e mais forte do que eu! – respondeu o Rato.
- Nem pensar, se quiseres comer, vai lá tu! – resmungou o Gato.
- Ai sim? Então, eu vou até lá para mostrar que sou mais inteligente e corajoso que tu! – disse o Rato, com ar superior.
O pequeno roedor atirou-se para o carrinho de mão e, sem ser avistado pela mulher, infiltrou-se no seu interior. Seguindo o aroma, o Rato encontrou um queijo enorme! Devorou-o quase até ao fim, porém, lembrando-se do Gato, levou-lhe um pedaço para o fazer arrepender-se. Sentado, o Gato estava sentado a observá-lo. Assim, o Rato, deliciando-se com o último pedaço de queijo, proferiu:
- Quem não arrisca, não petisca!»



O Elefante e o Macaco

«Certo dia de Verão, estava o Elefante, na sua jaula de Jardim Zoológico, a saborear os seus amendoins. Repentinamente, chegou a mascote do Jardim, o Macaco. Este esgueirou-se pelas grades da jaula e roubou alguns amendoins, provocando a ira do Elefante.
- Anda cá, seu malfeitor! – Exclamou ele.
Como era enorme, corria lentamente, pelo que o macaco começou a estudar uma forma de lhe roubar os petiscos todos. Já conhecendo o carácter dissimulado do ladrão, o grande animal percebeu que ele iria voltar. Decidiu, então, preparar-lhe uma surpresa para que aprendesse a respeitar os outros e a contentar-se com o que tinha. Espalhou pimenta muito intensa nos amendoins que restavam e fingiu estar muito cansado, enquanto observava o macaco disfarçadamente. Tal como tinha previsto, este aproveitou a ocasião e apressou-se a retirar os outros amendoins. Mal os saboreou, sentiu o gosto forte da pimenta e começou a gesticular, aflito. Nesse momento, o elefante exclamou:
- Mais vale um pássaro na mão que dois a voar!»


O Macaco e a Zebra

Era uma vez uma zebra que estava sempre a ser gozada por um macaco, por não ser colorida. Ele dizia-lhe, maldosamente:
- Não tens graça nenhuma! Pareces uma antiguidade, sombria e desinteressante!
A Zebra, muito triste, ia ouvindo estes insultos diariamente e não compreendia por que o macaco era tão desagradável consigo.
Certa tarde, ia caminhando por um trilho, quando observou o animal maldoso ser atacado por uma cobra venenosa. A zebra reagiu imediatamente e, corajosa, não permitiu que este ataque prosseguisse, matando a cobra com várias patadas. Ao deparar-se com a bondade da zebra, o macaco repensou a sua atitude e chegou à conclusão de que havia sido injusto com ela. Arrependido, agradece muito à sua salvadora e pede desculpa sinceramente. Chegou, desta forma, a uma importante conclusão: não se julga um livro pela capa!»



O Cão e o Gato

«Certo dia de Outono, andava um gato solitário pelas ruas da cidade, quando foi apanhado por um gatil. Um cão vadio que passava por ali ouviu-o chorar e a lamentar-se da sua triste sorte. Entrou sorrateiramente no local e começou a humilhá-lo, por pura maldade. O Gato ficou destroçado com as palavras do cão.
No dia seguinte, o Gato foi adoptado e enquanto caminhava, feliz e aliviado, viu o Cão a ser transportado para dentro de uma jaula na sala ao lado da sua. Aproveitando o momento, passou pelo canil e, sobranceiramente, passeou-se à frente dele, sorrindo maliciosamente. A partir desse momento o Cão aprendeu a lição:
Não faças aos outros o que não gostarias que te fizessem a ti!»

Gonçalo Pereira, Diogo Lopes, Nuno Neves, 5º C